
Adriano está no Rio de Janeiro desde a última quinta-feira (9). Nesse dia o jogador deveria ter se reapresentado na Inter, mas não o fez. Preferiu visitar amigos e familiares na Vila Cruzeiro, uma das favelas do Complexo do Alemão.
O sumiço de Adriano foi ligado a várias especulações. As mais graves: drogas e morte. Rinaldi desmentiu os boatos e afirmou que o atleta estava na casa da mãe, na Barra da Tijuca, tratando de problemas pessoais.
Marco Aurélio Cunha, superintendente de futebol e médico do São Paulo, clube pelo qual Adriano jogou no primeiro semestre de 2008, deu uma entrevista afirmando que o problema do jogador é de ordem psiquiátrica. "Ele sofre de perturbação mental. Se sai à noite, ela não tem fim. E aí não gosta de ser cobrado no dia seguinte. Então, fica mais um dia "feliz", sabendo que se voltar encontrará um inferno. É quando ele se deprime. Assim, está indo para o buraco", disse ao jornal carioca Extra.
Conhecido pela postura rígida com os jogadores, o técnico da Inter de Milão, o português José Mourinho, foi compreensivo em relação ao caso. "A torcida deve ter calma e olhar o lado humano do atleta", declarou.
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